Quando ouvimos Viena lembramo-nos imediatamente de Wien (Viena), a capital
da Áustria e somos capazes de pensar “isso sim era uma viagem de sonho!”. Mas
existem outras viagens de sonho, e uma delas pode ser a parentalidade, e, assim
sendo, Viena pode ser também um
destino, embora menos óbvio, uma vez que Viena
é também um nome próprio, um nome que se pode colocar a uma filha!
No entanto, de facto, não
existe maior referência para este nome do que a belíssima cidade, outrora a
capital do império Austro-húngaro, que foi o berço de Sigmund Freud e de uma
infindável lista de músicos, desde Mozart a Beethoven, passando por Schubert e
Haydn. Os romanos chamaram-na Vindobona,
nome de origem celta que significa cidade
branca e é procedida pelo vocábulo beann
(monte, colina ou pico). Assim, Viena,
significaria cidade dos montes brancos,
uma possível alusão ao Inverno mais rigoroso que se vive naquele ponto da
Europa. E como o Inverno é a minha estação do ano favorita, o nome ganha
imediatamente um outro brilho!
Viena,
como nome próprio, não consta da lista de nomes admitidos em Portugal, mas
creio que será apenas uma questão de pedir o requerimento para que passe a ser
aceite, da mesma forma que Assis, Líbia ou Siena são nomes autorizados. É um nome com uma sonoridade muito
interessante e bastante fluída e creio que poderia ser uma ótima opção, se não
para primeiro nome, como segundo. É muito diferente do que estamos habituados a
ouvir, mas cada vez que penso numa menina ou numa mulher chamada Viena, confesso que fico entusiasmada
com a aura ousada que esse nome me transmite. É um nome que me evoca
imediatamente imagens do Rio Danúbio e imagino todos aqueles castelos e
arquitetura antiga, uma cidade envolta em História e valsas, muitas, muitas
valsas. Para os amantes da música (clássica), Viena poderia ser um nome usado como homenagem original.
Como referências, destaco
a pianista e cantora americana, Vienna
Teng e, de acordo com dados fornecidos pelo site
NameBerry, Vienna seria uma das personagens
de um romance do famoso escritor americano, F. Scott Fitzgerald.
Joana Recharte.
Qual a vossa opinião
sobre Viena? Usável em Portugal e no
Brasil?
